Clientes não “odeiam” necessariamente cartões de papel. Algumas pessoas preferem um registro físico; outras valorizam consultar a cartela pelo celular. A escolha deve considerar o público, a operação e os problemas observados no negócio.
Para um comparativo operacional, veja Cartão fidelidade de papel vs. digital. Para conhecer o formato digital, veja Selo digital: o que é.
Possíveis dificuldades do papel
- esquecimento ou perda;
- carimbo ilegível;
- dificuldade para recuperar saldo;
- fraude ou duplicação;
- custo de impressão e reposição;
- falta de dados consolidados sobre uso.
Esses problemas não ocorrem com todos os clientes e podem ser reduzidos com regras de recuperação e treinamento.
Possíveis dificuldades do digital
- cliente sem smartphone ou internet;
- troca de número;
- falhas de entrega;
- preocupação com privacidade;
- dificuldade de uso;
- dependência do sistema e do atendimento.
O celular também pode ser esquecido, perdido ou compartilhado. Não trate o canal digital como infalível.
Faça um teste com clientes reais
Pergunte qual formato preferem e compare durante um período:
- adesão;
- avanço para o segundo selo;
- cartelas perdidas ou recuperadas;
- tempo de atendimento;
- erros e fraudes;
- custo operacional;
- satisfação e reclamações.
Considere uma alternativa
Mesmo adotando o digital como principal, o negócio pode precisar de uma opção para quem não usa o canal. Participar da fidelidade não deve ser condição para comprar.
O Selinho do Zé reduz a necessidade de carregar um cartão físico e organiza o registro. A melhor experiência é a que o público consegue entender e utilizar com segurança, não a que é declarada superior sem teste.


