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Gestão e Retenção

Boca a boca digital: como medir indicação e custo de aquisição

25 de julho de 2026 2 min de leitura Equipe Selinho do Zé

Recomendações podem alcançar pessoas próximas ou grandes redes, mas não são gratuitas nem garantem conversão. O negócio precisa identificar a origem do cliente e contabilizar incentivos, produção de conteúdo e operação.

Meça a aquisição indicada

Use código, pergunta no atendimento ou outro mecanismo para registrar quem chegou por recomendação. Calcule:

CAC de indicação = custos da campanha ÷ novos clientes indicados que compraram

Inclua bônus, descontos, ferramentas, atendimento e materiais.

Não presuma LTV maior

Clientes indicados podem confiar mais no primeiro contato, mas frequência, margem e duração precisam ser observadas. Compare segunda compra e resultado acumulado com outros canais.

Depoimentos e conteúdo

Peça autorização antes de publicar nome, foto, fala ou histórico de compra. Não transforme elogio privado em publicidade sem permissão. Identifique adaptações e não invente testemunhos.

Incentivo à indicação

Defina evento válido, limites, compra mínima, tratamento de devolução e prevenção de fraude. Prefira convite que o próprio cliente encaminha, sem compartilhar contatos de terceiros.

Black Friday e campanhas

Uma promoção indicada ainda precisa cumprir regras de preço, estoque e prazo. A confiança de quem recomenda não elimina responsabilidade do anunciante.

O que medir

  • indicações válidas;
  • novos clientes que compraram;
  • custo por aquisição;
  • margem da primeira compra;
  • segunda compra;
  • custo dos incentivos;
  • reclamações e fraudes;
  • desempenho comparado a anúncios e outros canais.

O Selinho do Zé pode apoiar bônus e recorrência. Boca a boca digital reduz custos somente quando os dados mostram aquisição eficiente depois de todos os gastos.